VIDA DE ESCRAVA
UMA ESCRAVA CONSTRUÍDA
(autor desconhecido)
Sou fruto da tua construção...
Fui feita silenciosamente, dia a dia, com a precisão da tua Engenharia...
Minha mente e minha lógica, previamente estudadas, transformaram-se em cálculos e fórmulas de um projeto a que chamastes de "escrava em construção"
Deletastes a palavra "renúncia" da minha mente. No lugar dela colocastes "unidade", porque querias uma escrava/parceira que nunca perdesse a individualidade.
E nesse momento a primeira regra era escrita: "Te proíbo de te anulares, te quero pensante."
Depois era a vez da palavra "adoração" ser deletada e substituída por "admiração"
E nesse momento aprendi que assim como as escravas, os Doms também têm limites, fraquezas e erros.
E escrevestes a segunda regra:
"Não me endeuse, admire-me e respeite-me como homem, falível e com limitações" A próxima palavra a ser deletada era "obediência cega".
E passastes a escrever a terceira regra: "Questione sempre e tudo".
Que sentido tem o castigo, se quem o recebe não conhece as razões?
Era chegada a vez da palavra rebeldia. E a ela destes grande destaque.
E construístes a escrava que se rebela quando não recebe atenção.
E assim aprendi que falta de atenção e carinho não são castigos, mas demonstrações de insegurança e de imaturidade.
E veio então o arremate final. Com a palavra liberdade, quase a ofuscar todas as outras, terminavas a minha construção.
E pela primeira vez, questionei e rebelei-me, como fui programada por ti a reagir.
E com a maestria do Criador... me mostraste então a personalidade final da tua criatura.
Livre, independente, rebelde, imponente e guerreira. Incapaz de curvar-se a quem quer que seja.
Diante dessa visão, senti raiva e indignação pelo resultado da tua construção... e quando tentei reagir... deparei-me com o seu olhar firme e sereno a me perguntar "Tem algo para me dizer? ... E de olhos baixos e alma curvada respondi...
"Não, Senhor..."
E com um sorriso vitorioso...assinastes e destes nome a escrava construída e regida.
(autor desconhecido)
Sou fruto da tua construção...
Fui feita silenciosamente, dia a dia, com a precisão da tua Engenharia...
Minha mente e minha lógica, previamente estudadas, transformaram-se em cálculos e fórmulas de um projeto a que chamastes de "escrava em construção"
Deletastes a palavra "renúncia" da minha mente. No lugar dela colocastes "unidade", porque querias uma escrava/parceira que nunca perdesse a individualidade.
E nesse momento a primeira regra era escrita: "Te proíbo de te anulares, te quero pensante."
Depois era a vez da palavra "adoração" ser deletada e substituída por "admiração"
E nesse momento aprendi que assim como as escravas, os Doms também têm limites, fraquezas e erros.
E escrevestes a segunda regra:
"Não me endeuse, admire-me e respeite-me como homem, falível e com limitações" A próxima palavra a ser deletada era "obediência cega".
E passastes a escrever a terceira regra: "Questione sempre e tudo".
Que sentido tem o castigo, se quem o recebe não conhece as razões?
Era chegada a vez da palavra rebeldia. E a ela destes grande destaque.
E construístes a escrava que se rebela quando não recebe atenção.
E assim aprendi que falta de atenção e carinho não são castigos, mas demonstrações de insegurança e de imaturidade.
E veio então o arremate final. Com a palavra liberdade, quase a ofuscar todas as outras, terminavas a minha construção.
E pela primeira vez, questionei e rebelei-me, como fui programada por ti a reagir.
E com a maestria do Criador... me mostraste então a personalidade final da tua criatura.
Livre, independente, rebelde, imponente e guerreira. Incapaz de curvar-se a quem quer que seja.
Diante dessa visão, senti raiva e indignação pelo resultado da tua construção... e quando tentei reagir... deparei-me com o seu olhar firme e sereno a me perguntar "Tem algo para me dizer? ... E de olhos baixos e alma curvada respondi...
"Não, Senhor..."
E com um sorriso vitorioso...assinastes e destes nome a escrava construída e regida.
