Amor, desses assim
amado desse jeito, não se compra, nem ”se” encontra na
esquina. Não compra com dinheiro,
nem com presentes caros. Se compra com flores roubadas na praça,
beijos verdadeiros, daqueles que deixam frios gelados no estômago.
Amor, de verdade mesmo, prevalece a qualquer briga, pessoa, ou
caráter, credo ou cruz. Ele não se pede. Nem mesmo,
”se” repete.
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